quinta-feira, 26 de março de 2009
8.ª Edição Campus Calvão
segunda-feira, 23 de março de 2009
Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 10.ª Jornada
O facto de jogarmos com o já definido vencedor do grupo (com apenas uma derrota na competição) não pode justificar a nossa derrota por 46-24. Estamos convictos que treinamos com qualidade e que a evolução das atletas e consequente evolução da equipa é uma realidade. Temo-lo provado nas últimas jornadas e foi com essa intenção que chegamos ontem a Lousada. Pois bem, ficamo-nos pelas intenções e pelas boas acções. Temos definido que o jogo começa desde logo na palestra de balneário, pois logo ai se viu o que demais aconteceu. Entrada em campo com níveis de concentração inaceitáveis para jogar a este nível resultaram na constante ineficácia a defender e atacar da nossa parte. As inúmeras tentativas de corrigir a postura da equipa resultaram em zero de eficácia o que proporcionou ao adversário ir avolumando a diferença no marcador. A nossa falta de “garra” perante as adversidades foi uma constante até meio do 3.º Período de jogo, onde a partir dai se viu uma resposta cabal com o que entendemos ser a forma de ser e de estar da nossa equipa. Ficamos com a certeza que treinar bem só não chega é absolutamente necessário estar mentalmente preparado para jogar. “A Equipa somo todos nós...as Equipas vencedoras não baixam os braços perante as adversidades...”.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Maluqueira de Março - MARCH MADNESS
Este é o mês de todas as loucuras para o Basket Universitário Norte Americano com o Torneio final da NCAA a correr a todo o vapor. Para quem tem o canal ESPN America (tv cabo) pode seguir diaramente em directo esta competição, até à Final Four a realizar em Detroit dia 6 Abril. Para hoje 20/03, estão agendados mais 5 jogos em directo. A não perder...Mais Informação:
Canal ESPN America (programação):
http://www.espnamerica.com/portal?open®ion=pt
Site Oficial Final Four:
http://www.ncaamarchmadness2009.com/mens/index.aspx
Curiosidades:
Site com tudo sobre College Basketball:
terça-feira, 17 de março de 2009
Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 9.ª Jornada
Mais um jogo e como tem sido habitual mais uma equipa competitiva que nos colocou obstáculos durante os 40 minutos. Fomos derrotados na 1.ª volta em Coimbrões por 4 pontos mas já na altura deixamos uma imagem muito positiva.
Convictos que estamos hoje mais bem preparados enfrentamos este desafio com a habitual determinação e motivação extra para demonstrar essa evolução.
Fomos neste jogo mais consistentes ao longo dos 40 minutos do que temos sido nos últimos jogos. Demonstramos equilíbrio colectivo em todos os Períodos de jogo e isso reflectiu-se na prestação da equipa e consequente resultado. O 3.º Período foi o mais desequilibrado, 20-03 mérito para a forma aplicada como jogamos na defesa e no ataque. Os restantes Períodos mostram o equilíbrio e competitividade que se viveu durante o jogo, proporcionando as duas equipas a emoção que estes jogos de formação merecem. Resultado final 51-43.
segunda-feira, 9 de março de 2009
BASQUETEBOL NA A.C.R. VIGOROSA
"A modalidade de Basquetebol começou a ganhar raízes no concelho da Trofa muito pela acção desenvolvida pela Associação Cultural e Recreativa Vigorosa, que abraçou a modalidade e, hoje, tem já, nas suas fileiras, mais de 50 atletas federados. Fernando Jorge Ferreira de Carvalho Guimarães, nascido a 31 de Agosto de 1974, é um dos rostos visíveis deste sucesso, responsável técnico pela equipa mais madura, ou seja a formação de Sub-19 Feminina, que tem registado resultados muito positivos nas competições em que participa.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 7.ª Jornada
O jogo demonstra a nossa falta de competitividade no 1.º Período, sofremos 21 pontos e só marcamos 7. Falhamos essencialmente na defesa. Jogadora sem bola livre e ausência de bloqueio/ressalto defensivo. Em vez de pensarmos em grandes feitos e de nos preocuparmos com “folclores externos” devemos começar por fazer as pequenas “coisas do jogo”. Assim foi, melhoramos a defender e fomos encontrando soluções para a defesa zona adversária. Os resultados parciais restantes demonstram isso mesmo. Resultado final 48-37.
A evolução ao longo do jogo foi significativa e fomos contornando os obstáculos em busca de alcançarmos os objectivos propostos. Fomos Equipa até ao apito final.
Parabéns à Sofia Maia pela excelente prestação no seu 1.º Jogo na Equipa de Sub-14.
Próxima jornada recebemos o SC Coimbrões “B”.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Surpresa ou Não eis a Questão...
"A equipa de Fernando Sá derrotou o CAB da Madeira por 82/73 e mostrou estar em grande forma. Depois de um início de época algo conturbado, o Vitória aparece agora mais forte e mostra claros sinais de confiança e motivação. Tudo o que Fernando Sá pedia. O treinador estava consciente da real dificuldade deste encontro mas também admitira que o Vitória estava cada vez mais forte. E assim foi.Um Vitória mais forte destronou um segundo classificado algo tímido e sem reacção. É certo que o CAB entrou melhor mas rapidamente o Vitória pegou no jogo e não mais parou. Mas vamos por partes. Com apenas duas derrotas, o CAB chegou a Guimarães com o objectivo de cimentar a vice-liderança e quem visse os minutos iniciais da partida, pensaria que tal viria a acontecer. Porém, o Vitória endiabrou-se e partiu para uma exibição brilhante. Assim, bem perto do final do primeiro parcial, a equipa da cidade-berço empatou a partida e em cima dos dez minutos colocou-se, pela primeira vez, na frente.No segundo tempo, o Vitória massacrou o CAB e somou pontos atrás de pontos. Os 18/17 do primeiro parcial rapidamente se transformaram em 36/22 e o Vitória ganhava outra ambição. Afinal vencer o segundo classificado não era missão impossível. No melhor tempo da partida, o Vitória chegou ao intervalo a vencer por 50/33. Com ainda muito tempo para jogar, o CAB começava a ganhar alguma força mas o Vitória esteve sempre muito atento a defender e, a espaços, abrilhantava os adeptos com lançamentos para além da linha dos três pontos.
Apesar de alguma reacção do adversário na parte final do terceiro período, o Vitória partiria para os últimos dez minutos com uma vantagem de 17 pontos. No último parcial, o Vitória foi igual a si próprio e precisou de sofrer nos minutos finais para conseguir o único resultado justo: a vitória. Louis Graham, que tanto contribuiu para o triunfo vitoriano foi expulso, depois de ter cometido cinco faltas. Nos minutos finais, o CAB aproximou-se mas o Vitória não deitou tudo a perder e impôs um triunfo por 82/73.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 6.ª Jornada
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 5.ª Jornada
Nos 1.º e 2.º Períodos de jogo o Lousada AC foi superior em todos os aspectos do jogo. Faltou agressividade e concentração na nossa defesa. No ataque estivemos trapalhões, complicando o que era muitas vezes simples. Por tudo isto o Lousada impôs o seu jogo e foi-se afastando no marcador, como se verificou ao intervalo, 10-44. Registo no entanto a boa atitude e entrega das atletas que recolheram ao intervalo inconformadas com a história do jogo.
A 2.ª parte foi diferente, sofremos 19 pontos e marcamos 25. Cumprimos o prometido no balneário ao intervalo. Mais do que valorizar resultados importa valorizar a forma exemplar como encaramos a 2.ª parte. Todas sem excepção foram chamadas a contribuir e fizeram-no com boa prestação. Acreditamos que é sempre possível fazer melhor e que nunca é tarde para colocar em prática o que de bom sabemos fazer.
Temos de ser constantes na forma de jogar para assim sermos competitivos em todos os Períodos de jogo. Há que vir aos Treinos com vontade de fazer mais e melhor de forma a juntos alcançarmos este objectivo.
Terminamos assim a 1.ª volta deste Campeonato. Próximo fim de semana recebemos às 17.30h (após jogo das Seniores) o CPN.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Formar para Ganhar
“Os resultados estão à vista: praticantes de elevada craveira, bem documentada nos dados estatísticos que apresentam, a título individual, ostentam fraco registo no que se refere ao sucesso das equipas em que foram as principais figuras!”
O desporto português e o basquetebol em particular têm sido palco de formas de treinar e preparar crianças e jovens em idade escolar que merecem reparos e correcções.São normalmente jovens treinadores aqueles que se ocupam dos escalões mais baixos no basquetebol. Trabalham de forma quase anónima, longe da vista do grande público e não obtêm pelo seu desempenho qualquer distinção ou reconhecimento. O resultado, muitas vezes, assemelha-se ao que a seguir se descreve.
O TREINO DE BASQUETEBOL
À hora combinada começa o treino. O treinador, rapaz dos seus 18 anos de idade, chama os
miúdos para perto de si, e começa a contar, aos berros: um, dois, três, quatro (…)!
De repente, todos os meninos convergem na direcção do técnico. A correr, sem hesitações.
Antes que ele atingisse o número 8, de um limite de 10, já estavam todos reunidos à sua volta.
Pus-me a pensar: Admirável. Nem nos meus bons tempos fui capaz de concretizar esta disciplina da contagem. Não me recordo se alguma vez o quis fazer. O meu agrado terminounaquele momento. As crianças, de idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos, fazem exercícios e começam a jogar. Os treinadores encostam-se ora a uma, ora a outra tabela, atendem o telemóvel, falam com outras pessoas na bancada e por fim, sentam-se.
Dentro de campo os miúdos jogam cinco contra cinco e guerreiam-se. Praticam uma modalidade parecida com o basquetebol mas menos colectiva. Dois ou três jogam ao “eu, a bola e o cesto”, os restantes, com ar infeliz mas crente correm, na esperança de que lhes seja passada uma bola. Sem sorte! Os sinais são contraditórios. Por um lado, nota-se que a generalidade das crianças já pratica Basquetebol há algum tempo. Por outro, não parecem ter
qualquer noção colectiva de jogo, nem regras. A maior contradição de todas é que os aparentemente mais evoluídos, com mais anos de Basquete, são os que se comportam pior. Lançam de longe, driblam tudo e todos, fazem jogadas que os treinadores aplaudem mas não são capazes de se sacrificar, não defendem, não passam a bola aos companheiros de equipa e
discutem.
Refilam com os árbitros, com os adversários, com os colegas, com a bola e com o
jogo.
A CRÍTICA
Sabemos bem o que resulta de se fazer crescer crianças e jovens neste ambiente de trabalho. Uma criança ou jovem que desde cedo se habituou a desrespeitar colegas de equipa, árbitros e treinadores, dificilmente poderá atingir níveis de prática onde a exigência e o rigor estarão presentes a todo o momento! Todos conhecemos a tendência para a excessiva adulação dos jovens desportistas mais hábeis e o desprezo a que são remetidos os restantes. Constitui marca obrigatória do desporto infantil entre nós este comportamento por parte de treinadores mas também de pais e dirigentes. Da iniciação ao alto rendimento repetem-se os gestos técnicos e as situações de jogo. Mas também as atitudes e comportamentos.
O PRINCIPAL E O ACESSÓRIO
Defendemos um “modo de ser treinador” que privilegie no seu desempenho a criação de ambientes de treino para a fase de iniciação onde a participação de todos e a aprendizagem das técnicas básicas e fundamentos do jogo sejam a primeira prioridade. É certo e sabido que tal orientação não é compatível com atitudes e comportamentos tal como os observamos no dia a dia do desporto infantil e juvenil.
Um errado posicionamento de quem forma e educa pode conduzir aos resultados que todos
conhecemos. A pergunta coloca-se, com pertinência: Não será essa a razão de fundo para o
decréscimo de qualidade da modalidade entre nós?
Experiências recentes levam-nos a sustentar a seguinte opinião: o excesso de zelo que os jovens treinadores estão a colocar em certas facetas do seu trabalho não está a obter efeito correspondente na criação de ambientes de prática onde, a par da formação desportiva, com o ensino do jogo e dos seus fundamentos, se verifiquem significativos contributos para a melhoria de atitudes e comportamentos dos jovens praticantes.
De que nos vale ter todo este rigor onde a aparência da disciplina só parece aproveitar a quem dirige e orienta? Em que medida, deste modo de agir, crianças e jovens estão a recolher ensinamentos que se traduzam em melhorias da respectiva atitude enquanto praticantes e
cidadãos?
OS TREINADORES E O FUTURO DA MODALIDADE
Algumas das estrelas do nosso basquetebol sénior são apontadas como pouco dadas ás tarefas colectivas, muito centradas que estão na sua afirmação pessoal. Os resultados estão à vista: praticantes de elevada craveira, bem documentada nos dados estatísticos que apresentam, a título individual, ostentam fraco registo no que se refere ao sucesso das equipas em que foram as principais figuras! Noções de solidariedade, de sacrifício pessoal em favor do colectivo, contidas no chamado trabalho de equipa que a nós treinadores compete transmitir parecem estar em claro défice nestas individualidades. Cumpre-nos descobrir porquê e introduzir as necessárias correcções. Somos adeptos de efectivas mudanças na forma de conduzir o treino e a preparação de crianças e jovens que permitam introduzir aspectos educativos duradouros na respectiva formação enquanto praticantes desportivos. Porque praticar desporto é uma forma privilegiada de adquirir regras e valores. De adquirir educação. Os pontos de contacto entre o ambiente de treino que retratámos e esta forma de actuar das grandes figuras da modalidade são a prova de que nem só de basquetebol devem
saber os treinadores!
...
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 4.ª Jornada
Michael Jordan é o autor de "I Can't Accept Not Trying (Harper San Francisco, San Francisco, CA, 1994)". Neste curto e excelente livro, Michael Jordan partilha algumas das suas regras de vida. Lá podemos ler, “Eu posso aceitar o fracasso. Todos falham em algo, mas eu não posso aceitar não ter tentado. Não importa se perdes, contanto que deste tudo do teu coração e trabalhas-te a 110%. Se deres o melhor no teu trabalho, os resultados virão. Não posso fazer as coisas mais ou menos, porque sei que dessa forma, só posso esperar resultados mais ou menos. Vejo o mundo como os meus jogos, não posso relaxar nos treinos porque quando precisar daquele empurrão a mais durante um jogo, ele tem que estar lá. Isso é o que muitas pessoas fazem e é por isso que elas falham. Ficam comedidas, reservando esforços, poupando-se a cada dia, estão à procura de razões em vez de respostas.”. Para nós estas palavras fazem sentido e por isso ontem no final do jogo com o Coimbrões apesar de tristes com o marcador estávamos conscientes que fizemos tudo para obter um resultado diferente. O jogo foi jogado com intensidade, fruto das defesas agressivas e constantes contra-ataques. O equilíbrio foi evidente para os muitos que assistiam na bancada e só a já habitual inconstância defensiva da nossa equipa permitiu ao Coimbrões afastar-se e manter o marcador a seu favor por 10 pontos. Esta diferença manteve-se até aos 5 minutos finais onde finalmente conseguimos defender bem e finalizar as situações fáceis que até ai não tinham sido aproveitadas. 10 segundos para terminar (bancada ao rubro), 44-42 no marcador, ataque bem trabalhado, penetração para o cesto, defesa fecha o caminho do cesto, assistência para “tiro” curto, lançamos sem oposição....falhamos, contra-ataque adversário cesto sofrido e final do jogo, vitória para o Coimbrões por 46-42. Pela 1.ª vez esta época tivemos 10 atletas disponíveis para um jogo, facto que nos orgulha. Está de parabéns a nossa Catarina Teixeira por ter realizado o seu 1.ª jogo com a camisola do Juvemaia.quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 1.ª e 2.ª Jornada
O Jogo foi bem disputado com demonstração de grande empenho por parte das duas equipas. A mais valia individual das atletas do CPN, cedo foi demonstrada terminando o 1.º Período com o resultado em 29-9. Nos restantes Períodos conseguimos equilibrar o jogo mantendo-o com a intensidade e competitividade que todos esperavam. Procuramos colocar em campo o que treinamos e fomos muitas vezes bem sucedidos. O 3.º Período foi o de mais evidente equilíbrio com 18-17 no marcador. O jogo terminou com vitória para o CPN pelo resultado final de 78-50. Tendo presente que “A ÚNICA SITUAÇÃO ONDE O SUCESSO APARECE ANTES DO TRABALHO É NO DICIONÁRIO” continuaremos a trabalhar.
Esta foi a 1.ª vez que jogamos com o CD José Régio e com uma entrada decidida fizemos um parcial inicial de 8-0. Claro que não estávamos à espera de facilidades pois sabemos que todas as equipas tem o seu valor. Isso mesmo se veio a verificar pois apesar do nosso querer o adversário teve mérito e aproximou-se no resultado. No final do 1.º Período a diferença era mínima, 11-10. A história do 2.º e 3.º é muito parecida pois o adversário fez valer neste período de jogo todos os seus argumentos. A maior estatura das adversárias era evidente e causou-nos muitas dificuldades quer na defesa quer no ataque. Sofremos muitos segundos lançamentos fruto de falha no bloqueio/ressalto defensivo. Andamos sempre atrás no marcador e no final do 3.º perdíamos por 31-41. Parecia que não teríamos sucesso neste jogo e não encontraríamos as soluções para contrariar os pontos fortes do adversário. Nada disso, um parcial de 19-5 no 4.º Período tornou possível aquilo que parecia até ali impossível. Foi decisiva a forma como defendemos, estivemos mais concentrados nas nossas tarefas que nunca e fomos agressivos quanto baste para não dar “borlas” ao adversário. Isto acompanhado por mais velocidade e objectividade a atacar o cesto completa a formula de sucesso. Claro não podemos esquecer o coeficiente multiplicador da nossa formula, falo do incondicional apoio da bancada e em especial das atletas do Escalão de Cadetes que se preparavam para jogar a seguir. Tudo isto foi um ajuda preciosa para que conseguíssemos terminar o jogo a vencer por 4 pontos, 50-46. Não esquecemos que, “É PRECISO LEMBRAR QUE AS VITÓRIAS SÃO PARA CELEBRAR, E AS DERROTAS PARA APRENDER”.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Competição 2009

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
2008..............................2009
M...otivação
A...titude
I...ntensidade
S...ucesso



