segunda-feira, 23 de março de 2009

Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 10.ª Jornada

Visitamos o Lousada AC este domingo para disputar a última Jornada desta 1.ª Fase do Campeonato Distrital da 2.ª Divisão.
O facto de jogarmos com o já definido vencedor do grupo (com apenas uma derrota na competição) não pode justificar a nossa derrota por 46-24. Estamos convictos que treinamos com qualidade e que a evolução das atletas e consequente evolução da equipa é uma realidade. Temo-lo provado nas últimas jornadas e foi com essa intenção que chegamos ontem a Lousada. Pois bem, ficamo-nos pelas intenções e pelas boas acções. Temos definido que o jogo começa desde logo na palestra de balneário, pois logo ai se viu o que demais aconteceu. Entrada em campo com níveis de concentração inaceitáveis para jogar a este nível resultaram na constante ineficácia a defender e atacar da nossa parte. As inúmeras tentativas de corrigir a postura da equipa resultaram em zero de eficácia o que proporcionou ao adversário ir avolumando a diferença no marcador. A nossa falta de “garra” perante as adversidades foi uma constante até meio do 3.º Período de jogo, onde a partir dai se viu uma resposta cabal com o que entendemos ser a forma de ser e de estar da nossa equipa. Ficamos com a certeza que treinar bem só não chega é absolutamente necessário estar mentalmente preparado para jogar. “A Equipa somo todos nós...as Equipas vencedoras não baixam os braços perante as adversidades...”.

Jogaram/Marcaram - Lousada AC vs Juvemaia ACDC

4#Catarina; 5#Maria (4pts); 6#Marta (10pts); 8#Pipa (3pts); 9#Mi; 10#Mariana (2pts); 11#Sónia; 12# Márcia; 14#Ana Beatriz; 15#Sofia (5pts)

sexta-feira, 20 de março de 2009

Maluqueira de Março - MARCH MADNESS

Este é o mês de todas as loucuras para o Basket Universitário Norte Americano com o Torneio final da NCAA a correr a todo o vapor. Para quem tem o canal ESPN America (tv cabo) pode seguir diaramente em directo esta competição, até à Final Four a realizar em Detroit dia 6 Abril. Para hoje 20/03, estão agendados mais 5 jogos em directo. A não perder...










Mais Informação:

Canal ESPN America (programação):

http://www.espnamerica.com/portal?open&region=pt

Site Oficial Final Four:

http://www.ncaamarchmadness2009.com/mens/index.aspx


Curiosidades:

Site com tudo sobre College Basketball:

http://www.infoplease.com/ipsa/A0003203.html

terça-feira, 17 de março de 2009

Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 9.ª Jornada

Após uma semana de interregno na competição voltamos ao jogos este fim de semana para receber o SC Coimbrões “B”.
Mais um jogo e como tem sido habitual mais uma equipa competitiva que nos colocou obstáculos durante os 40 minutos. Fomos derrotados na 1.ª volta em Coimbrões por 4 pontos mas já na altura deixamos uma imagem muito positiva.
Convictos que estamos hoje mais bem preparados enfrentamos este desafio com a habitual determinação e motivação extra para demonstrar essa evolução.
Fomos neste jogo mais consistentes ao longo dos 40 minutos do que temos sido nos últimos jogos. Demonstramos equilíbrio colectivo em todos os Períodos de jogo e isso reflectiu-se na prestação da equipa e consequente resultado. O 3.º Período foi o mais desequilibrado, 20-03 mérito para a forma aplicada como jogamos na defesa e no ataque. Os restantes Períodos mostram o equilíbrio e competitividade que se viveu durante o jogo, proporcionando as duas equipas a emoção que estes jogos de formação merecem. Resultado final 51-43.
Terminamos a participação neste Campeonato visitando no próximo Domingo o líder da competição o Lousada AC.

Jogaram/Marcaram - Juvemaia ACDC vs SC Coimbrões "B"

4# Catarina (2pts); 5#Maria (6pts); 6#Marta (18pts); 7#Beatriz (2pts); 8#Pipa; 10#Mariana (14pts); 11#Sónia (3pts); 12# Márcia (2pts); 14#Ana Beatriz; 15#Sofia Maia (4pts)


segunda-feira, 9 de março de 2009

BASQUETEBOL NA A.C.R. VIGOROSA

Foi com grande satisfação que vi a secção desportiva publicada no Jornal da Trofa desta semana. Página e meia dedicadas ao basquetebol...um autêntico triplo do meio campo a meio segundo do fim...

"A modalidade de Basquetebol começou a ganhar raízes no concelho da Trofa muito pela acção desenvolvida pela Associação Cultural e Recreativa Vigorosa, que abraçou a modalidade e, hoje, tem já, nas suas fileiras, mais de 50 atletas federados. Fernando Jorge Ferreira de Carvalho Guimarães, nascido a 31 de Agosto de 1974, é um dos rostos visíveis deste sucesso, responsável técnico pela equipa mais madura, ou seja a formação de Sub-19 Feminina, que tem registado resultados muito positivos nas competições em que participa.


J.T. (JORNAL DA TROFA) - Como aconteceu a sua ligação ao Basquetebol Feminino do Vigorosa?
F.G. (FERNANDO GUIMARÃES) - Começou pela vontade de ajudar um grande amigo e ex-colega de equipa (Hélder Silva), a treinar aquela que então era a única equipa de Basquetebol existente no Clube e no Concelho. Foi também uma maneira de poder fazer parte de um sonho que nunca pude cumprir como atleta, que era poder fazer parte de uma equipa de basquetebol num clube da Trofa.

J.T. – Porquê os Sub 19 Femininos?
F.G. - Por um lado, depois da saída do anterior treinador, eu seria o sucessor natural, já que se tinha criado com as atletas um bom grupo de trabalho, bem como uma certa empatia pessoal e desportiva e, ao mesmo tempo, seria o continuar de um método e sistema de trabalho já introduzido.

J.T. – Como vê o desenvolvimento da modalidade dentro da colectividade?
F.G. - Vejo como um desenvolvimento sustentado, com uma noção de realidade, quer da dimensão do clube, quer mesmo da modalidade. Sentimos que dia após dia, o nosso trabalho é reconhecido com seriedade e com os olhos no futuro.

J.T. – As condições que encontrou como as classifica?
F.G. - Sinceramente as condições deixam um pouco a desejar. Apenas uma vez por semana treinamos num pavilhão (S. Romão) com um piso de qualidade, com tabelas oficiais, mas ao mesmo tempo esse treino implica uma deslocação para fora da Trofa. Não temos pavilhão próprio, não temos tabelas em condições, treinamos com bolas de borracha, temos muita boa vontade, muito espírito de sacrifício para tentar superar as parcas condições de que dispomos.

J.T. – Quais as principais dificuldades com que se debate no dia a dia da sua equipa?
F.G. - Essa pergunta poderia ser uma continuação da anterior, as principais dificuldades prendem-se com a falta de condições que temos, treinamos num campo com metade da dimensão oficial, tabelas de madeira. E apesar de tudo isso temos que encontrar maneira de motivar as atletas para regressarem treino após treino, jogo após jogo.

J.T. – Em que competição estão envolvidos?
F.G. - Neste momento estamos a competir na 2ª Fase do Campeonato Distrital 2ª Divisão Sub-19. Feminino
J.T. – Quais os grandes objectivos para a presente temporada?
F.G. - O principal objectivo para a presente temporada passa por continuar a evoluir, continuar a dignificar e a representar este clube e o Concelho da Trofa, já que são 4 anos em que somos o único clube do concelho que tem esta modalidade. Lutar jogo após jogo, com alegria e entusiasmo, e sentir que no fim somos melhores atletas, melhores atletas.

J.T. – Quais os adversários mais temíveis?
F.G. - Nesta segunda fase, e na minha opinião, o Coimbrões e o Penafiel serão as equipas mais fortes, são dois clubes que têm já uma tradição na modalidade, as suas equipas e modelos de jogo são bem estruturados, e podem rodar todas as 12 jogadoras sem que a equipa se ressinta disso. E depois temos o Futebol Clube do Porto e o Valongo que se encontram numa fase ascendente do seu jogo, e embora não sendo equipas de topo, podem surpreender qualquer adversário mais desatento ou demasiado confiante.

J.T. – O que se pode esperar, no futuro, desta formação?
F.G. - Num futuro próximo, penso que poderemos ter as nossas alegrias, este ano já tivemos os nossos altos e baixos, trabalhamos todos os dias em prol dos bons resultados, embora nem sempre isso seja fácil de alcançar, mas é com optimismo que encaramos o futuro. Ainda temos 12 jogos pela frente, recentemente juntaram-se mais 3 atletas à equipa, que nos trazem profundidade ao banco e mais poder na luta das tabelas, e acima temos uma equipa unida e coesa, que nunca virou a cara à luta, e com a qual podemos contar para qualquer batalha.

J.T. – Como vê a implantação do Basquetebol no concelho da Trofa?
F.G. - Com um sorriso. Fui praticante de basquetebol durante 15 anos e nunca o pude fazer na minha terra natal. Fui para Vila do Conde, Famalicão, Paços de Ferreira, para referir alguns, fiz milhares de quilómetros para poder jogar e treinar. E agora que já são quatro anos que a A.C.R. Vigorosa desenvolve o basquetebol no concelho, com o aumentar do numero de praticantes, de treinadores, tenho que ser optimista e esperar que isto a que assistimos, sejam os primeiros passos que uma grande caminhada. A realização das 12 horas de minibasquete no passado sábado em S. Romão, com cerca de 400 atletas é uma boa prova disso.

J.T. – Que apoios têm tido para melhorar o vosso trabalho?
F.G. - Poucos, temos o apoio de algumas empresas da Trofa, algum apoio do Município, mas estando a modalidade em crescendo e no seu início, todos as ajudas são bem-vindas, mas ao mesmo tempo todas as ajudas são poucas. O grande apoio que temos chama-se Paulo Queiroz, e tem sido imprescindível e insuperável na sua disponibilidade e entrega à modalidade. Mas com o crescer do número de atletas, e respectivos escalões de formação, estamos a chegar a um ponto em que a boa vontade por si só não resolve os problemas.

J.T. – Que mensagem gostaria de deixar a todos os sócios e simpatizantes do Vigorosa e aos amantes da modalidade, em geral?
F.G. - Uma mensagem de agradecimento àqueles que nos têm acompanhado e apoiado nesta caminhada, de promessa de trabalho e entrega, que temos feito o possível para dignificar o clube e a modalidade, e assim o continuaremos a fazer. E aproveito esta oportunidade dada pelo Jornal da Trofa que desde já agradeço, para dizer a quem tiver filhos, sobrinhos, colegas, amigos ou conhecidos que tenham interesse ou curiosidade pelo basquetebol, juntem-se a nós, venham fazer parte desta equipa."

Muito para além do enorme sucesso que foram as "12 HORAS de MINIBASQUETE - Convívio InterDistrital", é bom ver que o Basquetebol no Concelho está de pedra e cal e começa a ter o devido reconhecimento. Parabéns amigos pelo excelente trabalho.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 7.ª Jornada

"O rio atinge os seus objectivos porque aprendeu a contornar obstáculos". Para o Jogo a disputar ontem com o CD José Régio levamos objectivos definidos e obstáculos a contornar conhecidos. Principal objectivo era sermos consistentes ao longo de todo o jogo e não só em 1 ou 2 períodos como tem sido habitual. As atletas deveriam comprovar a evolução demonstrada nos treinos e com isso colocar em campo a consistência colectiva pedida. O principal obstáculo esperado seria a forma de defender do adversário, 5 jogadoras dentro do “garrafão” durante 40 minutos.
O jogo demonstra a nossa falta de competitividade no 1.º Período, sofremos 21 pontos e só marcamos 7. Falhamos essencialmente na defesa. Jogadora sem bola livre e ausência de bloqueio/ressalto defensivo. Em vez de pensarmos em grandes feitos e de nos preocuparmos com “folclores externos” devemos começar por fazer as pequenas “coisas do jogo”. Assim foi, melhoramos a defender e fomos encontrando soluções para a defesa zona adversária. Os resultados parciais restantes demonstram isso mesmo. Resultado final 48-37.
A evolução ao longo do jogo foi significativa e fomos contornando os obstáculos em busca de alcançarmos os objectivos propostos. Fomos Equipa até ao apito final.
Parabéns à Sofia Maia pela excelente prestação no seu 1.º Jogo na Equipa de Sub-14.
Próxima jornada recebemos o SC Coimbrões “B”.

Jogaram/Marcaram - CD José Régio vs Juvemaia ACDC

4# Catarina; 5#Maria (3pts); 6#Marta (11pts); 8#Pipa (2pts); 9#Mi; 10#Mariana (11pts); 11#Sónia (4pts); 12# Márcia; 14#Ana Beatriz; 15#Sofia Maia (6pts)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Surpresa ou Não eis a Questão...

"A equipa de Fernando Sá derrotou o CAB da Madeira por 82/73 e mostrou estar em grande forma. Depois de um início de época algo conturbado, o Vitória aparece agora mais forte e mostra claros sinais de confiança e motivação. Tudo o que Fernando Sá pedia. O treinador estava consciente da real dificuldade deste encontro mas também admitira que o Vitória estava cada vez mais forte. E assim foi.Um Vitória mais forte destronou um segundo classificado algo tímido e sem reacção. É certo que o CAB entrou melhor mas rapidamente o Vitória pegou no jogo e não mais parou. Mas vamos por partes. Com apenas duas derrotas, o CAB chegou a Guimarães com o objectivo de cimentar a vice-liderança e quem visse os minutos iniciais da partida, pensaria que tal viria a acontecer. Porém, o Vitória endiabrou-se e partiu para uma exibição brilhante. Assim, bem perto do final do primeiro parcial, a equipa da cidade-berço empatou a partida e em cima dos dez minutos colocou-se, pela primeira vez, na frente.
No segundo tempo, o Vitória massacrou o CAB e somou pontos atrás de pontos. Os 18/17 do primeiro parcial rapidamente se transformaram em 36/22 e o Vitória ganhava outra ambição. Afinal vencer o segundo classificado não era missão impossível. No melhor tempo da partida, o Vitória chegou ao intervalo a vencer por 50/33. Com ainda muito tempo para jogar, o CAB começava a ganhar alguma força mas o Vitória esteve sempre muito atento a defender e, a espaços, abrilhantava os adeptos com lançamentos para além da linha dos três pontos.
Apesar de alguma reacção do adversário na parte final do terceiro período, o Vitória partiria para os últimos dez minutos com uma vantagem de 17 pontos. No último parcial, o Vitória foi igual a si próprio e precisou de sofrer nos minutos finais para conseguir o único resultado justo: a vitória. Louis Graham, que tanto contribuiu para o triunfo vitoriano foi expulso, depois de ter cometido cinco faltas. Nos minutos finais, o CAB aproximou-se mas o Vitória não deitou tudo a perder e impôs um triunfo por 82/73.


No final do encontro, Fernando Sá elogiou a exibição da sua equipa. “Os meus jogadores estão de parabéns. Sentia que a equipa estava a melhorar e que poderia surpreender com uma vitória deste estilo. Fomos muito consistentes e muito fortes a defender. Em momento algum tivemos aquelas desconcentrações que tivemos em jogos anteriores”, comentou. Com este triunfo, o Vitória fica mais perto dos objectivos. “Demos um passo importante para os Play Off´s. O Porto perdeu com a Ovarense e o Ginásio perdeu com a Académica. Estamos mais perto mas nada ainda está decidido”, concluiu." in http://vitoriasc.pt/



























segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 6.ª Jornada

"A única forma de encurtarmos distâncias/diferenças com as equipas mais competitivas é treinar e jogar com mais agressividade". Se dúvidas existissem sobre esta afirmação estas ficaram ontem dissipadas no jogo que disputamos com o CPN. Conscientes que enfrentavamos uma equipa valorosa e que nos criou enormes dificuldades nos jogos anteriores era necessário mais agressividade e empenho colectivo nas nossas acções. A história do jogo reflecte uma tremenda eficácia adversária na defesa e no ataque e uma descompostura anormal da nossa parte. Isto foi evidente na defesa: permitimos penetrações em drible; facilitamos CAT´s; permitimos 2.ºs lançamentos e evidente no ataque: lento e pouco eficaz, 1.ª parte 11pts, 2.ª parte 8 pts.
Pouco fizemos ao longo do jogo para mudar estes factos, contribuindo decisivamente esta postura para o resultado final de 19-93.
Sabemos fazer melhor, isto é um facto. Não basta querer muito ser/fazer melhor é preciso treinar e treinar... para o conseguir.
Próxima Jornada 01/03/2009, 17h a disputar com CD José Régio.

Jogaram/Marcaram - Juvemaia ACDC vs CPN "B"

4# Catarina; 5#Maria (2pts); 6#Marta (3pts); 7#Beatriz (1pts); 8#Pipa (2pts); 9#Mi; 10#Mariana (7pts); 11#Sónia (4pts); 12# Márcia; 14#Ana Beatriz

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 5.ª Jornada

Recebemos este Domingo o Lousada AC para disputar a 5.ª Jornada. 1.ª Parte má da nossa equipa ditou a expressiva diferença no resultado final, 35-63 e respectiva vitória adversária.
Nos 1.º e 2.º Períodos de jogo o Lousada AC foi superior em todos os aspectos do jogo. Faltou agressividade e concentração na nossa defesa. No ataque estivemos trapalhões, complicando o que era muitas vezes simples. Por tudo isto o Lousada impôs o seu jogo e foi-se afastando no marcador, como se verificou ao intervalo, 10-44. Registo no entanto a boa atitude e entrega das atletas que recolheram ao intervalo inconformadas com a história do jogo.
A 2.ª parte foi diferente, sofremos 19 pontos e marcamos 25. Cumprimos o prometido no balneário ao intervalo. Mais do que valorizar resultados importa valorizar a forma exemplar como encaramos a 2.ª parte. Todas sem excepção foram chamadas a contribuir e fizeram-no com boa prestação. Acreditamos que é sempre possível fazer melhor e que nunca é tarde para colocar em prática o que de bom sabemos fazer.
Temos de ser constantes na forma de jogar para assim sermos competitivos em todos os Períodos de jogo. Há que vir aos Treinos com vontade de fazer mais e melhor de forma a juntos alcançarmos este objectivo.
Terminamos assim a 1.ª volta deste Campeonato. Próximo fim de semana recebemos às 17.30h (após jogo das Seniores) o CPN.

Jogaram/Marcaram - Juvemaia ACDC vs Lousada AC

4# Catarina; 5#Maria; 6#Marta (11pts); 7#Beatriz; 8#Pipa; 9#Mi; 10#Mariana (20pts); 11#Sónia (2pts); 12# Márcia (2pts); 14#Ana Beatriz

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Formar para Ganhar

Do Centro de Treino Jorge Araújo CTJA surge este artigo de opinião da autoria de Jorge Henriques.

“Os resultados estão à vista: praticantes de elevada craveira, bem documentada nos dados estatísticos que apresentam, a título individual, ostentam fraco registo no que se refere ao sucesso das equipas em que foram as principais figuras!”

O desporto português e o basquetebol em particular têm sido palco de formas de treinar e preparar crianças e jovens em idade escolar que merecem reparos e correcções.
São normalmente jovens treinadores aqueles que se ocupam dos escalões mais baixos no basquetebol. Trabalham de forma quase anónima, longe da vista do grande público e não obtêm pelo seu desempenho qualquer distinção ou reconhecimento. O resultado, muitas vezes, assemelha-se ao que a seguir se descreve.


O TREINO DE BASQUETEBOL

À hora combinada começa o treino. O treinador, rapaz dos seus 18 anos de idade, chama os
miúdos para perto de si, e começa a contar, aos berros: um, dois, três, quatro (…)!
De repente, todos os meninos convergem na direcção do técnico. A correr, sem hesitações.
Antes que ele atingisse o número 8, de um limite de 10, já estavam todos reunidos à sua volta.
Pus-me a pensar: Admirável. Nem nos meus bons tempos fui capaz de concretizar esta disciplina da contagem. Não me recordo se alguma vez o quis fazer. O meu agrado terminounaquele momento. As crianças, de idades compreendidas entre os 8 e os 12 anos, fazem exercícios e começam a jogar. Os treinadores encostam-se ora a uma, ora a outra tabela, atendem o telemóvel, falam com outras pessoas na bancada e por fim, sentam-se.
Dentro de campo os miúdos jogam cinco contra cinco e guerreiam-se. Praticam uma modalidade parecida com o basquetebol mas menos colectiva. Dois ou três jogam ao “eu, a bola e o cesto”, os restantes, com ar infeliz mas crente correm, na esperança de que lhes seja passada uma bola. Sem sorte! Os sinais são contraditórios. Por um lado, nota-se que a generalidade das crianças já pratica Basquetebol há algum tempo. Por outro, não parecem ter
qualquer noção colectiva de jogo, nem regras. A maior contradição de todas é que os aparentemente mais evoluídos, com mais anos de Basquete, são os que se comportam pior. Lançam de longe, driblam tudo e todos, fazem jogadas que os treinadores aplaudem mas não são capazes de se sacrificar, não defendem, não passam a bola aos companheiros de equipa e
discutem.

Refilam com os árbitros, com os adversários, com os colegas, com a bola e com o
jogo.

Discutem sempre que o jogo não lhes corre de feição. O climax da desordem atinge-se com um dos craques a ser remetido à posição de espectador, na bancada. O jovem treinador levantou-se do seu poiso e deu a ordem. Autoritário, olhando em volta. Os meninos mais fracos, sempre interessados em jogar, aprovam a medida. Redobram o interesse e a participação no jogo. O treino corre melhor.

A CRÍTICA

Sabemos bem o que resulta de se fazer crescer crianças e jovens neste ambiente de trabalho. Uma criança ou jovem que desde cedo se habituou a desrespeitar colegas de equipa, árbitros e treinadores, dificilmente poderá atingir níveis de prática onde a exigência e o rigor estarão presentes a todo o momento! Todos conhecemos a tendência para a excessiva adulação dos jovens desportistas mais hábeis e o desprezo a que são remetidos os restantes. Constitui marca obrigatória do desporto infantil entre nós este comportamento por parte de treinadores mas também de pais e dirigentes. Da iniciação ao alto rendimento repetem-se os gestos técnicos e as situações de jogo. Mas também as atitudes e comportamentos.

O PRINCIPAL E O ACESSÓRIO

Defendemos um “modo de ser treinador” que privilegie no seu desempenho a criação de ambientes de treino para a fase de iniciação onde a participação de todos e a aprendizagem das técnicas básicas e fundamentos do jogo sejam a primeira prioridade. É certo e sabido que tal orientação não é compatível com atitudes e comportamentos tal como os observamos no dia a dia do desporto infantil e juvenil.
Um errado posicionamento de quem forma e educa pode conduzir aos resultados que todos
conhecemos. A pergunta coloca-se, com pertinência: Não será essa a razão de fundo para o
decréscimo de qualidade da modalidade entre nós?
Experiências recentes levam-nos a sustentar a seguinte opinião: o excesso de zelo que os jovens treinadores estão a colocar em certas facetas do seu trabalho não está a obter efeito correspondente na criação de ambientes de prática onde, a par da formação desportiva, com o ensino do jogo e dos seus fundamentos, se verifiquem significativos contributos para a melhoria de atitudes e comportamentos dos jovens praticantes.
De que nos vale ter todo este rigor onde a aparência da disciplina só parece aproveitar a quem dirige e orienta? Em que medida, deste modo de agir, crianças e jovens estão a recolher ensinamentos que se traduzam em melhorias da respectiva atitude enquanto praticantes e
cidadãos?

OS TREINADORES E O FUTURO DA MODALIDADE

Algumas das estrelas do nosso basquetebol sénior são apontadas como pouco dadas ás tarefas colectivas, muito centradas que estão na sua afirmação pessoal. Os resultados estão à vista: praticantes de elevada craveira, bem documentada nos dados estatísticos que apresentam, a título individual, ostentam fraco registo no que se refere ao sucesso das equipas em que foram as principais figuras! Noções de solidariedade, de sacrifício pessoal em favor do colectivo, contidas no chamado trabalho de equipa que a nós treinadores compete transmitir parecem estar em claro défice nestas individualidades. Cumpre-nos descobrir porquê e introduzir as necessárias correcções. Somos adeptos de efectivas mudanças na forma de conduzir o treino e a preparação de crianças e jovens que permitam introduzir aspectos educativos duradouros na respectiva formação enquanto praticantes desportivos. Porque praticar desporto é uma forma privilegiada de adquirir regras e valores. De adquirir educação. Os pontos de contacto entre o ambiente de treino que retratámos e esta forma de actuar das grandes figuras da modalidade são a prova de que nem só de basquetebol devem
saber os treinadores!

...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 4.ª Jornada

Michael Jordan é o autor de "I Can't Accept Not Trying (Harper San Francisco, San Francisco, CA, 1994)". Neste curto e excelente livro, Michael Jordan partilha algumas das suas regras de vida. Lá podemos ler, “Eu posso aceitar o fracasso. Todos falham em algo, mas eu não posso aceitar não ter tentado. Não importa se perdes, contanto que deste tudo do teu coração e trabalhas-te a 110%. Se deres o melhor no teu trabalho, os resultados virão. Não posso fazer as coisas mais ou menos, porque sei que dessa forma, só posso esperar resultados mais ou menos. Vejo o mundo como os meus jogos, não posso relaxar nos treinos porque quando precisar daquele empurrão a mais durante um jogo, ele tem que estar lá. Isso é o que muitas pessoas fazem e é por isso que elas falham. Ficam comedidas, reservando esforços, poupando-se a cada dia, estão à procura de razões em vez de respostas.”. Para nós estas palavras fazem sentido e por isso ontem no final do jogo com o Coimbrões apesar de tristes com o marcador estávamos conscientes que fizemos tudo para obter um resultado diferente. O jogo foi jogado com intensidade, fruto das defesas agressivas e constantes contra-ataques. O equilíbrio foi evidente para os muitos que assistiam na bancada e só a já habitual inconstância defensiva da nossa equipa permitiu ao Coimbrões afastar-se e manter o marcador a seu favor por 10 pontos. Esta diferença manteve-se até aos 5 minutos finais onde finalmente conseguimos defender bem e finalizar as situações fáceis que até ai não tinham sido aproveitadas. 10 segundos para terminar (bancada ao rubro), 44-42 no marcador, ataque bem trabalhado, penetração para o cesto, defesa fecha o caminho do cesto, assistência para “tiro” curto, lançamos sem oposição....falhamos, contra-ataque adversário cesto sofrido e final do jogo, vitória para o Coimbrões por 46-42. Pela 1.ª vez esta época tivemos 10 atletas disponíveis para um jogo, facto que nos orgulha. Está de parabéns a nossa Catarina Teixeira por ter realizado o seu 1.ª jogo com a camisola do Juvemaia.

Jogaram/Marcaram - SC Combrões "B" vs Juvemaia ACDC

4# Catarina; 5#Maria (8pts); 6#Marta (18pts); 7#Beatriz (2pts); 8#Pipa (2pts); 9#Mi; 10#Mariana (10pts); 11#Sónia (2pts); 12# Márcia; 14#Ana Beatriz

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Campeonato Distrital 2.ª Divisão - Série A - 1.ª Fase - 1.ª e 2.ª Jornada

Inicio de ano inicio de nova Competição. Disputamos dia 11 de Janeiro a 1.ª Jornada do Campeonato Distrital da 2.ª Divisão – 1.ª Fase visitando o CPN.
O Jogo foi bem disputado com demonstração de grande empenho por parte das duas equipas. A mais valia individual das atletas do CPN, cedo foi demonstrada terminando o 1.º Período com o resultado em 29-9. Nos restantes Períodos conseguimos equilibrar o jogo mantendo-o com a intensidade e competitividade que todos esperavam. Procuramos colocar em campo o que treinamos e fomos muitas vezes bem sucedidos. O 3.º Período foi o de mais evidente equilíbrio com 18-17 no marcador. O jogo terminou com vitória para o CPN pelo resultado final de 78-50. Tendo presente que “A ÚNICA SITUAÇÃO ONDE O SUCESSO APARECE ANTES DO TRABALHO É NO DICIONÁRIO” continuaremos a trabalhar.

Jogaram/Marcaram - CPN vs Juvemaia ACDC

5#Maria (10pts); 6#Marta (21pts); 7#Beatriz (2pts); 8#Pipa (3pts); 9#Mi; 10#Mariana (10pts); 11#Sónia (4pts); 14#A. Beatriz Fernandes

Este Domingo 18 de Janeiro, à 2.ª Jornada conseguimos alcançar a tão esperada vitória. Não só a vitória do resultado mas, e mais importante que isso a vitória de conseguirmos por em prática o trabalho realizado nos treinos. Foi claramente uma vitória de Equipa em especial das atletas às quais tenho que dar mais uma vez os merecidos parabéns.
Esta foi a 1.ª vez que jogamos com o CD José Régio e com uma entrada decidida fizemos um parcial inicial de 8-0. Claro que não estávamos à espera de facilidades pois sabemos que todas as equipas tem o seu valor. Isso mesmo se veio a verificar pois apesar do nosso querer o adversário teve mérito e aproximou-se no resultado. No final do 1.º Período a diferença era mínima, 11-10. A história do 2.º e 3.º é muito parecida pois o adversário fez valer neste período de jogo todos os seus argumentos. A maior estatura das adversárias era evidente e causou-nos muitas dificuldades quer na defesa quer no ataque. Sofremos muitos segundos lançamentos fruto de falha no bloqueio/ressalto defensivo. Andamos sempre atrás no marcador e no final do 3.º perdíamos por 31-41. Parecia que não teríamos sucesso neste jogo e não encontraríamos as soluções para contrariar os pontos fortes do adversário. Nada disso, um parcial de 19-5 no 4.º Período tornou possível aquilo que parecia até ali impossível. Foi decisiva a forma como defendemos, estivemos mais concentrados nas nossas tarefas que nunca e fomos agressivos quanto baste para não dar “borlas” ao adversário. Isto acompanhado por mais velocidade e objectividade a atacar o cesto completa a formula de sucesso. Claro não podemos esquecer o coeficiente multiplicador da nossa formula, falo do incondicional apoio da bancada e em especial das atletas do Escalão de Cadetes que se preparavam para jogar a seguir. Tudo isto foi um ajuda preciosa para que conseguíssemos terminar o jogo a vencer por 4 pontos, 50-46. Não esquecemos que, “É PRECISO LEMBRAR QUE AS VITÓRIAS SÃO PARA CELEBRAR, E AS DERROTAS PARA APRENDER”.

Jogaram/Marcaram - Juvemaia ACDC vs CD José Régio

5#Maria (8pts); 6#Marta (22pts); 7#Beatriz; 8#Pipa (2pts); 9#Mi; 10#Mariana (16pts); 11#Sónia (2pts); 14#A. Beatriz Fernandes