domingo, 29 de julho de 2007

Dá Bola ao Ambiente

No sábado dia 21 de Julho, a ADAPTA em parceria com a Câmara Municipal da Trofa realizou um Mini Torneio de Basquetebol 3x3. Foi um SUCESSO.
Contamos com 12 equipas inscritas em competição, 2 no escalão A, 4 no escalão B e 6 no escalão C. Estiveram presentes cerca de 50 atletas vindos de Lisboa, Porto, V.N. Gaia, V. N. Famalicão e Trofa.
Dentro da natural competitividade do Torneio foi sempre posssivel existirem momentos de boa disposição e convivio entre todos.

Apesar do espaço cedido pela Câmara Municipal ser "fraquinho" a todos os níveis, penso que todos saimos satisfeitos com os objectivos atingidos com este Torneio e quem sabe para o ano haverá mais.


Por um Futuro Desenvolvido e Sustentado, Ambiente, Juventude e Desporto de mãos dadas...

Aqui ficam algumas da fotos do dia:





quarta-feira, 18 de julho de 2007

Dá Bola ao Ambiente



Este sábado dia 21 a ADAPTA em parceria com a Câmara Muncipal da Trofa vai realizar um Mini Torneio de Basquetebol 3x3.

Inserido na Semana da Juventude, este Torneio pretende conjugar, Juventude, Ambiente e Desporto, sublinhando a importância que esta ligação tem nos dias de hoje e proporcionar agradáveis momentos de convívio a todos os participantes.



Por um Futuro Desenvolvido e Sustentado, dia 21 vem dar Bola ao Ambiente!!!

Saber +







A ADAPTA - Associação para a Defesa do Ambiente e Património na Região da Trofa, é uma associação de âmbito local, considerada pelo Instituto do Ambiente como ONGA (Organização Não Governamental do Ambiente) por publicação no Diário da República de 18 de Janeiro de 2002, sem fins lucrativos, independente, apartidária, constituída em 21 de Dezembro de 2000, para defesa do ambiente, do património natural e construído e promoção da qualidade de vida das populações, na região da Trofa.

São objectivos da ADAPTA, a defesa, conservação e melhoria do ambiente e do património natural e construído na Região da Trofa, numa perspectiva da promoção do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida das populações, segundo as vertentes da educação, informação, formação e intervenção, bem como da realização de acções para a resolução de problemas ambientais específicos.

domingo, 15 de julho de 2007

Época Desportiva ACR Vigorosa Sub-16 Cad. F.

Oficialmente terminada que está a nossa época desportiva, aqui ficam alguns resultados do nosso trabalho, do trabalho de EQUIPA - juntos todos conseguem fazer mais:








EQUIPA

N.º de Atletas Inicial - 11

N.º de Atletas Final - 12

N.º de Desistências - 0

N.º de Integrações - 1

Média Idades - 15 anos

Média de Altura - 1,62 m

Média de Peso - 54 Kg

Média de Tempo Prática Modalidade - 1 ano


TREINOS


N.º Total Treinos realizados - 122

N.º Treinos realizados Campo Inteiro - 8

N.º Treinos realizados 1/3 Campo - 96

N.º Treinos realizados 1/6 Campo - 18

Atleta + Assidua - Susana (90%)


JOGOS


N.º Jogos Oficiais realizados - 30

N.º Jogos Treino realizados - 1

Atletas + Assiduas - Diana e Tatiana (100%)

N.º Vitórias obtidas - 5

N.º Total Pontos Marcados - 986

N.º Máx Pontos Marcados em Jogo - 68

N.º Min Pontos Sofridos em Jogo - 25

Melhor Classificação Obtida - 2.º Lugar


"algumas pessoas fazem as coisas acontecer, algumas observam enquanto elas acontecem e algumas interrogam-se sobre o que aconteceu"

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Treinador, Saber Estar, Saber Ser

Parte IV
Direito ao Desporto – Eles querem tudo mas não querem nada!!!

“A ninguém se torna possível negar que, na actualidade social portuguesa, se verifica um cada vez maior usufruto democrático e informal da educação física e do desporto, em detrimento da procura das chamadas modalidades tradicionais.
Idêntica constatação se torna necessária relativamente aos resultados internacionais e aos êxitos ultimamente obtidos por atletas, treinadores e equipas de diferentes modalidades.
Como compatibilizar isto, no entanto, com o facto de igualmente verificarmos que nem num caso nem noutro tais progressos foram oriundos de uma intencionalidade governativa no sentido de criar condições, fomentar vontades e fornecer os apoios necessários para que tal acontecesse?
Não será revoltante verificar que os mesmos governantes que nos procuram convencer que se demitem das responsabilidades de criação das condições para que o direito ao desporto seja uma realidade no nosso país «por pretenderem respeitar a sociedade civil», umas vezes reprimem prontamente lídimos representantes dessa mesma sociedade só porque manifestam na Ponte 25 de Abril a sua revolta perante decisões governamentais inaceitáveis e prejudiciais aos seus interesses e outras, perante graves e antidemocráticas recusas de cumprimento das leis vigentes regulamentadoras das práticas desportivas, pura e simplesmente nada façam?
...

É que segundo Eduardo Lourenço:

Os Portugueses não convivem entre si, espiam-se, controlam-se uns aos outros; não dialogam, disputam-se e a convivência é uma osmose do mesmo ao mesmo, sem enriquecimento mútuo, que nunca um português confessará que aprendeu alguma coisa de um outro, a menos que seja pai ou mãe...;

Ninguém pode viver por nós a dificuldade e o esforço de uma promoção colectiva. Essa promoção passa por uma conversão cultural de fundo, susceptível de nos dotar de um olhar crítico sobre o que somos e o que fazemos, sem por isso destruir a confiança nas nossas naturais capacidades de criação autonomizada, dialogante, como tem sido sempre, mas não sob a forma de uma adaptação mimética, oportunista, das criações alheias e da sua vigência de luxo entre nós, enquanto os problemas de base do país não receberem um começo de solução;

O grande paradoxo do ajustamento ao nosso destino como destino colectivamente vivido, enfrentado e domado – na medida em que o destino se doma – será esse mesmo de uma revolução cultural capaz de se apoiar nessa inconsciência sublime onde uma miséria de séculos encontrou forças para não sucumbir, para o transfigurar em consciência activa, em destino em destino assumido sem a destruir;

Na medida do possível, é à totalidade do povo português, consciente e responsabilizado na sua prática a todos os níveis, que compete o autodeterminar-se e não apenas a uma classe tecnocrática burocrática de aleatório saber, mas sobretudo de específica vontade de poderio e gozo de privilégios;

A civilização não é contraditória com a cultura, se o espírito conserva sobre as conquistas técnicas um domínio positivo e as integra numa ordem mais vasta de realidades, sem perder de vista a dignidade hierárquica dos valores humanos.”

EDUARDO LOURENÇO
Eduardo Lourenço de Faria nasceu em S. Pedro de Rio Seco, Almeida, em 1923, e é administrador não-executivo da Fundação Gulbemkian desde Setembro de 2002. Ensaísta e crítico literário, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas na Universidade de Coimbra (1946), instituição na qual se manteve, como professor assistente de Filosofia, de 1947 a 1953. Em 1954 saiu do país, passando a leccionar Língua e Cultura Portuguesas, como leitor do governo português, em várias universidades: Hamburgo, Heidelberg, Montpellier. Foi depois regente da cadeira de Filosofia na Universidade da Bahia (1958-59). Voltando a França, tornou-se leitor a cargo do governo francês nas universidades de Grenoble (1960-65) e de Nice, tendo-se fixado nesta última, onde se manteve desde 1969, como maître-assistant e professor associado, até à jubilação (1988). Na sua vasta obra, encontramos títulos como Heterodoxia I (Coimbra Ed; 1949), Fernando Pessoa Revisitado: Leitura Estruturante do Drama em Gente (Inova; 1973), Tempo e Poesia (Inova; 1974), O Labirinto da Saudade - Psicanálise Mítica do Destino Português (D. Quixote; 1978), O Espelho Imaginário (Imprensa Nacional; 1981)A Europa Desencantada: para uma Mitologia Europeia (Visão; 1994), O Esplendor do Caos (Gradiva; 1998) ou A Nau de Ícaro, seguido de Imagem e Miragem da lusofonia (Gradiva; 1999). A esta obra, pela importância e qualidade literária que se lhe reconhece, têm sido atribuídos variadíssimos prémios, entre os quais se destacam o Prémio Europeu de Ensaio Charles Veillon (Lausanne; 1988) e o Prémio Camões (1996). Recentemente, o autor recebeu o título de Doutor honoris causa pelas universidades Federal do Rio de Janeiro (1995) e Coimbra (1996) e o Prémio da Latinidade (2003). Foi ainda condecorado, pelo governo português, com as ordens de Santiago e Espada (1981), do Infante D. Henrique (1992) e com a Grã Cruz da Ordem Militar de Santiago da Espada (2003), e, pelo governo francês, com a Medalha de Mérito Cultural (1996) e o grau de Oficial da Legião de Honra. Em 2003 recebeu a Grã-Cruz da Ordem da Torre e Espada.

domingo, 1 de julho de 2007

I Convívio Mini-Paços ´07

Este sábado dia 30 de Junho de 2007 a convite da ABP e da Juventude Pacense, a ACR Vigorosa participou no I Convívio Mini-Paços ´07. A ACR Vigorosa participou com a presença de 2 equipas, uma de Minis A (Sub-10) e uma de Minis B (Sub-12).
Foi um dia cheio de jogos e diversão. Todos tiraram o máximo proveito, sempre com enorme desportivismo e alegria. Este convívio de Minis foi um sucesso no número de atletas participantes na numerosa assistência, na organização e ambiente festivo. Os Minis A e B da ACR Vigorosa tiveram uma prestação exemplar, denotando uma boa evolução, o que se reflectiu nas boas jogadas e muitos cestos concretizados. Ficamos já aguardar o próximo convívio...

Fotos do dia:



domingo, 24 de junho de 2007

2.º Convivio Mini Basquetebol Verão 2007

Inserido nos Centros Municipais de Formação Desportiva, a Câmara Municipal da Trofa, realizou no sábado dia 23 o 2º Convívio de Mini Basquetebol do Município da Trofa - Verão 2007.
O encontro decorreu no Pavilhão Desportivo da Escola EB2,3 de S. Romão do Coronado, entre as 9h30 e as 17h30 com intervalos para almoço e lanche convivio.
Estiveram presentes as equipas representativas dos Centros de Formação Desportiva do Muncipio, Clube Académico do Porto, FC Porto, Clube Desportivo da Póvoa e da ACR Vigorosa (Minis Femininos e Masculinos).
Foi uma bela demonstração do dinamismo que o Basquetebol no escalão de Minis apresenta actualmente no distrito do Porto, conscientes de que "...de pequenino é que se torce o pepino..", foi uma vitória para o Basquetebol no Concelho da Trofa.

Fotos do dia


Torneio Street Basket 3x3 Municipio da Trofa

Este Sábado, dia 23 de Junho durante a manhã, realizou-se a final do Torneio Street Basket 3x3 do Municipio da Trofa.
Recorde-se que o Torneio foi repartido por várias etapas que percorreram o Concelho nestes últimos meses, apurando as equipas vencedoras (Masculina/Feminina) de cada etapa para estarem presentes na final do dia 23.
A final realizou-se nos espaços do Parque Nossa Senhora das Dores - Trofa, contanto com a presença da equipa feminina da ACR Vigorosa que tinha garantido presença na final após ter vencido a 1.ª etapa realizada na Freguesia de S. Martinho de Bougado.
Foi com o natural espirito competitivo mas essencialmente de fair play e companheirismo que se desenrolaram os jogos de 3x3 e as competições de Lançamento na Passada, Lançamentos Livres e Lançamento de 3 pontos.


Equipa vencedora do Torneio


Susana, Isa, Marisa, Joana e Beatriz


Melhor Jogadora do Torneio (MVP)


Joana

+ fotos do dia






quinta-feira, 21 de junho de 2007

A minha Meta é ser o Melhor

Michael Jordan é o autor de "I Can't Accept Not Trying (Harper San Francisco, San Francisco, CA, 1994)". Neste curto e excelente livro, Michael Jordan partilha connosco algumas das suas regras de vida.
Michael Jordan mostra-nos a sua filosofia as suas crenças, sobre a vida e sobre o desporto. Este texto é adaptado do livro citado, numa tradução livre e pessoal.

«A minha meta é ser o melhor, mas eu aproximo tudo usando metas a curto prazo, passo a passo. Quando estabeleço uma meta, fixo outra mais próxima que sei que vou alcançar se trabalhar com persistência. Cada sucesso conduz ao próximo. A todo o instante visualizo: Onde quero chegar, o que quero ser, em que tipo de pessoa me quero tornar.

Trabalho por metas curtas sempre com o fim em mente. Eu sei exactamente onde quero ir e foco os meus esforços em chegar lá. Ao alcançar essas metas mais curtas, ganho mais confiança. É tudo um processo mental para mim, apenas me concentro no próximo passo.
Não tenho receio de perguntar quando tenho dúvidas. Porque haveria de ter medo? A minha atitude é ajuda-me, dá-me alguma direcção.
Podes aplicar esta mesma aproximação de metas para qualquer coisa que queiras fazer. Por exemplo, supõe que a tua meta é seres médico. Esses passos estão como pedaços de um quebra-cabeças, onde todos juntos formam um quadro único. Quando estiver completo, obtiveste sucesso.

Não penses em fracasso. Nunca penso muito nas consequências de falhar. Quando pensamos nas consequências, pensamos sempre num resultado negativo. Eu estou sempre a pensar que vou ter êxito e não sobre o que acontecerá se falhar. Percebi que se queria alcançar qualquer coisa na vida, tinha que ser agressivo. Tive que chegar lá e mostrar isso. Não acredito que se possa alcançar qualquer coisa sendo passivo.
Sei que o medo é um obstáculo para algumas pessoas, mas para mim é uma ilusão, qualquer medo é uma ilusão. Tens que pensar no medo como uma oportunidade para fazer o melhor e ter um pouco mais de sucesso. Se tudo que fiz não me trouxe sucesso, então pelo menos não poderei olhar para traz e dizer que tive medo de tentar. O fracasso sempre me fez tentar mais e mais da próxima vez.
O meu conselho é: pensa positivo e acha motivação no fracasso. As maiores invenções do mundo só foram descobertas depois de centenas de fracassos anteriores. O medo às vezes vem da falta de atitude e concentração. Se sabes que estas a fazer as coisas certas, relaxa e executa.

Eu posso aceitar o fracasso. Todos falham em algo, mas eu não posso aceitar não ter tentado. Não importa se perdes, contanto que deste tudo do teu coração e trabalhas-te a 110%. Se deres o melhor no teu trabalho, os resultados virão. Não posso fazer as coisas mais ou menos, porque sei que dessa forma, só posso esperar resultados mais ou menos. Vejo o mundo como os meus jogos, não posso relaxar nos treinos porque quando precisar daquele empurrão a mais durante um jogo, ele tem que estar lá. Isso é o que muitas pessoas fazem e é por isso que elas falham. Ficam comedidas, reservando esforços, poupando-se a cada dia, estão à procura de razões em vez de respostas.

Supera obstáculos. É claro que há obstáculos e distracções. Se estás a tentar alcançar algo, haverá pedras na estrada. Os obstáculos não têm que te parar. Se colides com uma parede, não te rendas. Entende como escalá-la, passa por cima, ou dá a volta pelo lado.
Tens que ter ideias fortes, um plano teu. Empresários, como treinadores, têm que encontrar modos para utilizar talentos individuais nos melhores interesses da equipa. Na nossa sociedade é difícil ver o grupo, pois todos só querem ver as super-estrelas. Nós tendemos a ignorar ou a não respeitar todas as partes que tornam o todo possível – Equipa.

Talento ganha jogos mas uma equipa unida e inteligente ganha campeonatos. Tudo o que alcancei só foi possível da maneira como trabalhei com metas próximas, de olho num objectivo maior, sem perder a concentração e principalmente sem ultrapassar etapas. Não é possível ignorar os fundamentos, estes são os blocos básicos do edifício. Algumas pessoas não entendem isso, querem resultados rápidos, estão focados no amanhã. Quando entendes e dominas os fundamentos, na hora do jogo não precisas de te preocupar com eles. Isto permite-te trabalhar mais inteligentemente.
Parece fácil, mas não é. Tens que constantemente analisar e avaliar os teus fundamentos porque a única coisa que vai permitir avanços será a tua atenção a eles. Os fundamentos nunca mudarão. Há uma forma certa e uma forma errada para fazer as coisas. Trabalha nos fundamentos e o nível de tudo o que fizeres subirá.

Procura bons exemplos e executa. Eu sempre tentei executar através do exemplo. Nunca tentei motivar apenas falando, porque penso que palavras não significam tanto quanto a acção. Porque não? Se a pessoa que está lá em cima não trabalha duro, por que deve fazê-lo outro qualquer? Um líder tem que ganhar esse título. Não se é líder só por ser o melhor jogador da equipa, a pessoa mais inteligente da classe ou o mais popular. Tens que ganhar o respeito ao redor pelas tuas acções. Tens que ser consistente na tua apresentação, pode ser basquetebol, uma reunião de vendas, ou com a tua família. Eles têm que confiar que estarás lá, que o teu desempenho será consistente de jogo para jogo, particularmente quando as coisas ficam difíceis. Em última instância, treinadores, empresários ou jogadores podem dizer qualquer coisa mas se não sustentarem com desempenho e trabalho duro não significarão nada. Um líder não pode dar nenhuma desculpa. Tem que estar disposto a sacrificar certas metas individuais, se necessário, para o bem da equipa»




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