quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Vigorosa - Presente e Futuro da Associação

Vigorosa - Presente e futuro da Associação

"Fundada Novembro de 1999, a Associação Cultural e Recreativa Vigorosa tem conseguido, ao longo dos poucos anos da sua existência, granjear simpatia e admiração, graças ao seu excelente trabalho desenvolvido no panorama do movimento associativo concelhio. Com cerca de 350 sócios, a colectividade tem centrado as suas atenções na promoção de actividades desportivas e culturais no sentido de atrair e cativar os seus associados para a prática das mesmas, sendo, por via disso, uma das associações mais representativas no panorama desportivo do concelho da Trofa.

É presença assídua, com várias equipas, nos Campeonatos Concelhios de Futsal, com resultados muito positivos, com destaque para a sua equipa feminina que soma títulos consecutivos, compete ainda, de há uma ano a esta parte, no Campeonato Distrital de Basquetebol, em Cadetes Femininos, com óptimos progressos e assenta a sua actividade cultural na organização de várias actividades tais como "A queima do Judas" e as "Festas de S. João", onde se notabiliza o seu grupo de marchas.

Em entrevista à Rádio Trofa, que agora transcrevemos, com o presidente da Associação Cultural e Recreativa Vigorosa, Carlos Portela e um dos seus Directores Desportivos, Paulo Queirós, oportunidade para fazer um balanço do actual momento da associação, uma retrospectiva do que foi a época desportiva que agora findou, projecção da próxima temporada e ainda o assumir do grande objectivo da actual direcção: a construção do seu pavilhão.

J.T. - Quais têm sido as prioridades nestes primeiros meses de mandato?

C.P. - As prioridades nestes primeiros tempos de mandato têm-se centrado no melhor conhecimento do funcionamento da instituição, uma adaptação gradual às pessoas que nela trabalham e delas a mim.
Os resultados da minha gestão só poderão ser analisados num futuro próximo, embora nesta altura tenhamos motivos mais do que suficientes para estarmos felizes e realizados com o nosso trabalho, quer sob o ponto de vista desportivo quer sob o ponto de vista cultural.
Estamos a trabalhar com toda a garra no sentido de manter todas as actividades existentes na associação, procurando melhorá-las e tentando torná-las mais atractivas para todos.

J.T. - Como tem sido a substituição do carismática José Maria na presidência da A.C.R. Vigorosa?

C.P. - Tem sido uma tarefa árdua e exigente, mas também bastante aliciante.
O Zé Maria era um presidente carismático, com um grande à vontade com toda a gente, fruto do seu conhecimento pessoal dos elementos que com ele trabalhavam, e também devido ao bom relacionamento que mantinha com todos os associados da colectividade.
Foi uma pessoa que fez muito pelo Vigorosa, tem um trabalho que está visível para toda a gente e certamente isso transporta-me ainda mais responsabilidade para as minhas funções, na medida em que não é fácil substituir uma pessoa como ele.

R.T. - Que balanço faz da actividade desportiva da A.C.R. Vigorosa?

P.Q. - O balanço é francamente positivo.
O futsal, em especial o feminino, e o basquetebol feminino têm sido as referências nos êxitos desportivos da nossa colectividade.
Tivemos excelentes participações nos vários escalões de futsal dos Campeonatos Concelhios e ao nível do Basquetebol começaram a aparecer os primeiros frutos do nosso trabalho, com as vitórias a surgirem nas competições como corolário do nosso empenho e dedicação à modalidade.
Uma palavra especial para a nossa equipa de Juniores de Futsal, pois são, na sua maioria, atletas de Juvenis, pois tivemos que optar por formar apenas uma equipa dado que não tínhamos gente para tomar conta de outro escalão e mesmo assim tiveram uma prestação muito boa, sobretudo na parte final do campeonato, numa demonstração de que o seu trabalho e dedicação começam a dar frutos.
Foi uma equipa completamente renovada, desde os atletas aos treinadores e até os dirigentes, pelo que era impossível exigir mais deste grupo.
Em suma, podemos afirmar que a nossa actividade desportiva teve um bom ano, embora também saibamos que vamos querer sempre mais e mais, conscientes de que nem sempre tal vai acontecer.

R.T. - O que aconteceu à secção de Atletismo do Vigorosa?

P.Q. - No Vigorosa os projectos são amadurecidos ao longo dos anos. O Atletismo sempre foi para nós uma dificuldade devido às exigências técnicas desta modalidade, que nos exigiam técnicos especializados para treinarem os nossos atletas, técnicos esses que, por motivos da sua vida particular, tiveram que abandonar a colectividade e com eles perdeu-se muito do fulgor e das condições de trabalho dentro desta secção.
Também a saída do José Teixeira, que foi correr para uma equipa de Viana do Castelo, acabou por desmoralizar ainda mais o grupo de trabalho, deixando um vazio que não conseguimos preencher, pese embora todas as diligências feitas nesse sentido.
Para muita pena nossa, não restou alternativa senão parar com o Atletismo, aguardando melhores oportunidades para relançar a modalidade num futuro que se espera seja próximo.

J.T. - Diz-se que a A.C.R. Vigorosa é uma colectividade privilegiada em relação às outras. Sente isso?

C.P. - Não creio nisso. A verdade é que temos um bom relacionamento com a Câmara Municipal da Trofa e com a Junta de Freguesia de São Martinho de Bougado, que nos têm apoiado dentro das suas possibilidades como fazem com as outras colectividades.
Somos uma associação com muita gente a praticar desporto e envolvida em actividades culturais e como tal somos também muito reivindicativos pois se nos dão 10, nós vamos querer 20 pois precisamos desses 20 para fazer face às necessidades, mas daí a dizer-se que somos privilegiados vai uma distância enorme.

J.T. - Como vê o seu grupo de trabalho dentro da A.C.R. Vigorosa?

C.P. - Tenho um grupo de trabalho fantástico. Tenho sorte em estar rodeado de um grupo de dirigentes muito aplicados e dedicado, sem os quais seria impossível abraçar este desafio.
Aproveito esta ocasião para lhes agradecer todo o empenho e toda a lealdade para comigo, na certeza de que a colectividade lhes está também muito grata, sendo eles o garante do sucesso que a nossa associação tem pois são eles que movimentam a máquina que faz funcionar as nossas actividades.
Quero também endereçar um abraço muito especial à D. Dina e a todos os componentes do grupo de "Marchas de S. João do Vigorosa", pelo magnífico trabalho que têm desenvolvido e que se revela profícuo e produtivo, como atestam as suas actuações nas festas de S. João, que levamos a efeito todos os anos.

J.T. - O Basquetebol Feminino foi uma aposta ganha?

P.Q. - Sem dúvida que sim. Começamos com algum receio mas com a entrega e a dedicação do nosso técnico, o Hélder, e das nossas atletas, os resultados começaram a aparecer e hoje o basquetebol feminino é uma modalidade muito bem vista dentro da nossa associação.
Os resultados positivos nas diferentes competições me que participamos começaram a aparecer e isso tem ajudado imenso ao entusiasmo e à certeza de que estamos perante um projecto válido e uma aposta ganha, alicerçados na convicção de que o futuro virá confirmar todo este bom trabalho que está a ser desenvolvido nesta secção.
A falta de condições de treinos, devido à escassez de infra-estruturas desportivas capazes de satisfazer as necessidades, acaba por ser um grande entrave para um maior desenvolvimento, pois precisaríamos de ter um espaço onde pudéssemos treinar com mais regularidade, mas esse espaço não existe e temos que trabalhar com o que temos.
A falta de condições é superada pelo empenho e dedicação do nosso treinador e das nossas atletas que já conseguiram, em tão pouco tempo, ganhar um lugar no coração das gentes do Vigorosa.
Esta é uma modalidade com um futuro muito promissor.

J.T. - As instalações desportivas são um grande entrave ao desenvolvimento da colectividade?

C.P. - Sem qualquer dúvida.
Veja-se o caso do basquetebol, tal como o Paulo Queirós acabou de dizer, as condições de trabalho são poucas e isso é impeditivo de apresentar ainda melhores resultados, pois a vontade não é tudo, torna-se necessário criar condições para que as capacidades individuais e colectivas possam surgir.
Sabemos que o concelho da Trofa é parco em infra-estruturas desportivas, com apenas o Pavilhão de S. Romão do Coronado a funcionar, o que é manifestamente insuficiente para tanta procura.
Nesta perspectiva procuramos avançar para a criação de instalações próprias, através da construção de um pavilhão gimno-desportivo capaz de satisfazer as necessidades da nossa associação, tendo já sido dados passos nesse sentido.

A Junta de Freguesia de São Martinho de Bougado está a efectuar as diligências necessárias para nos disponibilizar um terreno para podermos avançar para a construção do pavilhão.
Sabemos que se torna necessário efectuar uma permuta com um dos proprietários dos terrenos contíguos e que nesta altura a Junta de Freguesia, através de uma advogada, está a tentar fazer.
Depois do terreno, que esperamos seja uma realidade a curto prazo, avançaremos para uma nova fase, a da construção, que possa servir os interesses da A.C.R. Vigorosa e também das gentes de São Martinho de Bougado.
Certamente a partir deste facto, tentaremos, juntamente com a Câmara Municipal da Trofa e a Junta de Freguesia de São Martinho de Bougado, avançar para a execução do projecto do pavilhão e depois tentar os apoios necessários e disponíveis para a concretização deste sonho que irá marcar um ponto de viragem na vida da colectividade.
Acredito que o nosso pavilhão será uma realidade.

J.T. - Que mensagem final gostaria de aqui deixar?

C.P. - Antes de mais quero endereçar uma saudação muito especial aos nossos atletas e aos nossos dirigentes e dizer-lhes que estamos orgulhosos do seu trabalho.
Aproveito ainda para agradecer à Câmara Municipal da Trofa e à Junta de Freguesia de São Martinho de Bougado, pelo apoio que nos têm dado, um apoio sem o qual nunca seria possível manter toda a actividade dentro da nossa associação.
Uma palavra também de reconhecimento e agradecimento a todos os nossos patrocinadores, peças importantes na prossecução dos nossos objectivos.
Espero que este bom relacionamento com a Câmara Municipal da Trofa, Junta de Freguesia de São Martinho de Bougado e todos os patrocinadores se mantenha, numa altura em que os nossos projectos são grandiosos e um grande desafio para todos.
Aproveito para desejar a toda a família da A.C.R. Vigorosa votos de muitas felicidades e, porque estamos no período de Verão, endereçar os desejos de umas boas férias a todos."

(In Jornal da Trofa Ed. 1240 e em www.trofafm.net)

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Treinador, Saber Estar, Saber Ser



Parte V
Objectivos precisam-se...

“Quando numa escola qualquer do país onde as aulas de Educação Física tenham de decorrer ao ar livre, por inexistência de outro tipo de instalações, começa a chover, qual é a decisão mais habitual tomada por alunos e professores?
Não há aula!
E se no parque das Camélias, recinto ao ar livre destinado à prática do basquetebol utilizado pelo Clube Vasco da Gama, acontecer o mesmo antes de um treino da equipa de iniciados?
Há treino!
Porquê?
Porque acontece uma tão diversificada reacção face ao mesmo tipo de dificuldade?
Pela simples razão que, enquanto para o grupo de trabalho do clube é por de mais evidente que aquele treino, mesmo naquelas condições meteorológicas adversas, é fundamental para o alcançar dos objectivos correspondentes a uma participação competitiva continuada, na escola, a decisão pela não realização da aula está conforme com a mais evidente falta de objectivos de alunos e professores!
Quando não há objectivos a atingir, para quê o sacrifício da superação?...”

domingo, 29 de julho de 2007

Dá Bola ao Ambiente

No sábado dia 21 de Julho, a ADAPTA em parceria com a Câmara Municipal da Trofa realizou um Mini Torneio de Basquetebol 3x3. Foi um SUCESSO.
Contamos com 12 equipas inscritas em competição, 2 no escalão A, 4 no escalão B e 6 no escalão C. Estiveram presentes cerca de 50 atletas vindos de Lisboa, Porto, V.N. Gaia, V. N. Famalicão e Trofa.
Dentro da natural competitividade do Torneio foi sempre posssivel existirem momentos de boa disposição e convivio entre todos.

Apesar do espaço cedido pela Câmara Municipal ser "fraquinho" a todos os níveis, penso que todos saimos satisfeitos com os objectivos atingidos com este Torneio e quem sabe para o ano haverá mais.


Por um Futuro Desenvolvido e Sustentado, Ambiente, Juventude e Desporto de mãos dadas...

Aqui ficam algumas da fotos do dia:





quarta-feira, 18 de julho de 2007

Dá Bola ao Ambiente



Este sábado dia 21 a ADAPTA em parceria com a Câmara Muncipal da Trofa vai realizar um Mini Torneio de Basquetebol 3x3.

Inserido na Semana da Juventude, este Torneio pretende conjugar, Juventude, Ambiente e Desporto, sublinhando a importância que esta ligação tem nos dias de hoje e proporcionar agradáveis momentos de convívio a todos os participantes.



Por um Futuro Desenvolvido e Sustentado, dia 21 vem dar Bola ao Ambiente!!!

Saber +







A ADAPTA - Associação para a Defesa do Ambiente e Património na Região da Trofa, é uma associação de âmbito local, considerada pelo Instituto do Ambiente como ONGA (Organização Não Governamental do Ambiente) por publicação no Diário da República de 18 de Janeiro de 2002, sem fins lucrativos, independente, apartidária, constituída em 21 de Dezembro de 2000, para defesa do ambiente, do património natural e construído e promoção da qualidade de vida das populações, na região da Trofa.

São objectivos da ADAPTA, a defesa, conservação e melhoria do ambiente e do património natural e construído na Região da Trofa, numa perspectiva da promoção do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida das populações, segundo as vertentes da educação, informação, formação e intervenção, bem como da realização de acções para a resolução de problemas ambientais específicos.

domingo, 15 de julho de 2007

Época Desportiva ACR Vigorosa Sub-16 Cad. F.

Oficialmente terminada que está a nossa época desportiva, aqui ficam alguns resultados do nosso trabalho, do trabalho de EQUIPA - juntos todos conseguem fazer mais:








EQUIPA

N.º de Atletas Inicial - 11

N.º de Atletas Final - 12

N.º de Desistências - 0

N.º de Integrações - 1

Média Idades - 15 anos

Média de Altura - 1,62 m

Média de Peso - 54 Kg

Média de Tempo Prática Modalidade - 1 ano


TREINOS


N.º Total Treinos realizados - 122

N.º Treinos realizados Campo Inteiro - 8

N.º Treinos realizados 1/3 Campo - 96

N.º Treinos realizados 1/6 Campo - 18

Atleta + Assidua - Susana (90%)


JOGOS


N.º Jogos Oficiais realizados - 30

N.º Jogos Treino realizados - 1

Atletas + Assiduas - Diana e Tatiana (100%)

N.º Vitórias obtidas - 5

N.º Total Pontos Marcados - 986

N.º Máx Pontos Marcados em Jogo - 68

N.º Min Pontos Sofridos em Jogo - 25

Melhor Classificação Obtida - 2.º Lugar


"algumas pessoas fazem as coisas acontecer, algumas observam enquanto elas acontecem e algumas interrogam-se sobre o que aconteceu"

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Treinador, Saber Estar, Saber Ser

Parte IV
Direito ao Desporto – Eles querem tudo mas não querem nada!!!

“A ninguém se torna possível negar que, na actualidade social portuguesa, se verifica um cada vez maior usufruto democrático e informal da educação física e do desporto, em detrimento da procura das chamadas modalidades tradicionais.
Idêntica constatação se torna necessária relativamente aos resultados internacionais e aos êxitos ultimamente obtidos por atletas, treinadores e equipas de diferentes modalidades.
Como compatibilizar isto, no entanto, com o facto de igualmente verificarmos que nem num caso nem noutro tais progressos foram oriundos de uma intencionalidade governativa no sentido de criar condições, fomentar vontades e fornecer os apoios necessários para que tal acontecesse?
Não será revoltante verificar que os mesmos governantes que nos procuram convencer que se demitem das responsabilidades de criação das condições para que o direito ao desporto seja uma realidade no nosso país «por pretenderem respeitar a sociedade civil», umas vezes reprimem prontamente lídimos representantes dessa mesma sociedade só porque manifestam na Ponte 25 de Abril a sua revolta perante decisões governamentais inaceitáveis e prejudiciais aos seus interesses e outras, perante graves e antidemocráticas recusas de cumprimento das leis vigentes regulamentadoras das práticas desportivas, pura e simplesmente nada façam?
...

É que segundo Eduardo Lourenço:

Os Portugueses não convivem entre si, espiam-se, controlam-se uns aos outros; não dialogam, disputam-se e a convivência é uma osmose do mesmo ao mesmo, sem enriquecimento mútuo, que nunca um português confessará que aprendeu alguma coisa de um outro, a menos que seja pai ou mãe...;

Ninguém pode viver por nós a dificuldade e o esforço de uma promoção colectiva. Essa promoção passa por uma conversão cultural de fundo, susceptível de nos dotar de um olhar crítico sobre o que somos e o que fazemos, sem por isso destruir a confiança nas nossas naturais capacidades de criação autonomizada, dialogante, como tem sido sempre, mas não sob a forma de uma adaptação mimética, oportunista, das criações alheias e da sua vigência de luxo entre nós, enquanto os problemas de base do país não receberem um começo de solução;

O grande paradoxo do ajustamento ao nosso destino como destino colectivamente vivido, enfrentado e domado – na medida em que o destino se doma – será esse mesmo de uma revolução cultural capaz de se apoiar nessa inconsciência sublime onde uma miséria de séculos encontrou forças para não sucumbir, para o transfigurar em consciência activa, em destino em destino assumido sem a destruir;

Na medida do possível, é à totalidade do povo português, consciente e responsabilizado na sua prática a todos os níveis, que compete o autodeterminar-se e não apenas a uma classe tecnocrática burocrática de aleatório saber, mas sobretudo de específica vontade de poderio e gozo de privilégios;

A civilização não é contraditória com a cultura, se o espírito conserva sobre as conquistas técnicas um domínio positivo e as integra numa ordem mais vasta de realidades, sem perder de vista a dignidade hierárquica dos valores humanos.”

EDUARDO LOURENÇO
Eduardo Lourenço de Faria nasceu em S. Pedro de Rio Seco, Almeida, em 1923, e é administrador não-executivo da Fundação Gulbemkian desde Setembro de 2002. Ensaísta e crítico literário, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas na Universidade de Coimbra (1946), instituição na qual se manteve, como professor assistente de Filosofia, de 1947 a 1953. Em 1954 saiu do país, passando a leccionar Língua e Cultura Portuguesas, como leitor do governo português, em várias universidades: Hamburgo, Heidelberg, Montpellier. Foi depois regente da cadeira de Filosofia na Universidade da Bahia (1958-59). Voltando a França, tornou-se leitor a cargo do governo francês nas universidades de Grenoble (1960-65) e de Nice, tendo-se fixado nesta última, onde se manteve desde 1969, como maître-assistant e professor associado, até à jubilação (1988). Na sua vasta obra, encontramos títulos como Heterodoxia I (Coimbra Ed; 1949), Fernando Pessoa Revisitado: Leitura Estruturante do Drama em Gente (Inova; 1973), Tempo e Poesia (Inova; 1974), O Labirinto da Saudade - Psicanálise Mítica do Destino Português (D. Quixote; 1978), O Espelho Imaginário (Imprensa Nacional; 1981)A Europa Desencantada: para uma Mitologia Europeia (Visão; 1994), O Esplendor do Caos (Gradiva; 1998) ou A Nau de Ícaro, seguido de Imagem e Miragem da lusofonia (Gradiva; 1999). A esta obra, pela importância e qualidade literária que se lhe reconhece, têm sido atribuídos variadíssimos prémios, entre os quais se destacam o Prémio Europeu de Ensaio Charles Veillon (Lausanne; 1988) e o Prémio Camões (1996). Recentemente, o autor recebeu o título de Doutor honoris causa pelas universidades Federal do Rio de Janeiro (1995) e Coimbra (1996) e o Prémio da Latinidade (2003). Foi ainda condecorado, pelo governo português, com as ordens de Santiago e Espada (1981), do Infante D. Henrique (1992) e com a Grã Cruz da Ordem Militar de Santiago da Espada (2003), e, pelo governo francês, com a Medalha de Mérito Cultural (1996) e o grau de Oficial da Legião de Honra. Em 2003 recebeu a Grã-Cruz da Ordem da Torre e Espada.

domingo, 1 de julho de 2007

I Convívio Mini-Paços ´07

Este sábado dia 30 de Junho de 2007 a convite da ABP e da Juventude Pacense, a ACR Vigorosa participou no I Convívio Mini-Paços ´07. A ACR Vigorosa participou com a presença de 2 equipas, uma de Minis A (Sub-10) e uma de Minis B (Sub-12).
Foi um dia cheio de jogos e diversão. Todos tiraram o máximo proveito, sempre com enorme desportivismo e alegria. Este convívio de Minis foi um sucesso no número de atletas participantes na numerosa assistência, na organização e ambiente festivo. Os Minis A e B da ACR Vigorosa tiveram uma prestação exemplar, denotando uma boa evolução, o que se reflectiu nas boas jogadas e muitos cestos concretizados. Ficamos já aguardar o próximo convívio...

Fotos do dia:



domingo, 24 de junho de 2007

2.º Convivio Mini Basquetebol Verão 2007

Inserido nos Centros Municipais de Formação Desportiva, a Câmara Municipal da Trofa, realizou no sábado dia 23 o 2º Convívio de Mini Basquetebol do Município da Trofa - Verão 2007.
O encontro decorreu no Pavilhão Desportivo da Escola EB2,3 de S. Romão do Coronado, entre as 9h30 e as 17h30 com intervalos para almoço e lanche convivio.
Estiveram presentes as equipas representativas dos Centros de Formação Desportiva do Muncipio, Clube Académico do Porto, FC Porto, Clube Desportivo da Póvoa e da ACR Vigorosa (Minis Femininos e Masculinos).
Foi uma bela demonstração do dinamismo que o Basquetebol no escalão de Minis apresenta actualmente no distrito do Porto, conscientes de que "...de pequenino é que se torce o pepino..", foi uma vitória para o Basquetebol no Concelho da Trofa.

Fotos do dia


Torneio Street Basket 3x3 Municipio da Trofa

Este Sábado, dia 23 de Junho durante a manhã, realizou-se a final do Torneio Street Basket 3x3 do Municipio da Trofa.
Recorde-se que o Torneio foi repartido por várias etapas que percorreram o Concelho nestes últimos meses, apurando as equipas vencedoras (Masculina/Feminina) de cada etapa para estarem presentes na final do dia 23.
A final realizou-se nos espaços do Parque Nossa Senhora das Dores - Trofa, contanto com a presença da equipa feminina da ACR Vigorosa que tinha garantido presença na final após ter vencido a 1.ª etapa realizada na Freguesia de S. Martinho de Bougado.
Foi com o natural espirito competitivo mas essencialmente de fair play e companheirismo que se desenrolaram os jogos de 3x3 e as competições de Lançamento na Passada, Lançamentos Livres e Lançamento de 3 pontos.


Equipa vencedora do Torneio


Susana, Isa, Marisa, Joana e Beatriz


Melhor Jogadora do Torneio (MVP)


Joana

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